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Praticando a Justiça

 

          

Praticando a Justiça
 
Então Jesus lhes disse: “Em verdade vos digo que os cobradores de impostos e as prostitutas vos precedem no Reino de Deus” (Mateus 21.31)
 
            Certa vez, na sala de estar do seminário, eu estava vendo TV com um dos irmãos. Naquele período, embora eu estudasse Teologia Inclusiva secretamente, ninguém sabia sobre minha sexualidade. Mudando de canais deparamo-nos com um programa na MTV que estava mostrando casais gays se beijando. Além de trocar de canal com uma expressão de aversão, meu amigo começou a criticar os homossexuais, dizendo que tinha nojo de ver homens se beijando, que era contra o casamento gay, etc.
 
Fiquei com vontade de dar alguma resposta clássica do tipo “eu tenho nojo de ver gente roubando gente, gente batendo em gente, gente matando gente, e assim por diante”, mas me contive.
 
            Decidi-me a levar a conversa para o lado cristão, afinal, éramos estudantes seminaristas! Disse a ele que como cristão eu achava mais justo ser a favor da união estável entre pessoas do mesmo sexo, independente de como chamam isso.
 
Contei a ele então uma “parábola” que intitulei de “O que é mais justo?”
 
Parábola do que é mais justo:
 
            Certa vez um jovem, que era homossexual resolveu contar para seus pais sobre sua sexualidade - foi um escândalo! Ouviu frases do tipo: “Você não é mais meu filho”, “é a vergonha da família”, “suma desta casa!”.
 
Abandonado e sozinho, o jovem sai pelo mundo, passa pelos sofrimentos de uma vida desamparada ao longo dos anos que se seguem, até que consegue um trabalho decente, aluga uma casa; depois encontra um companheiro por quem se apaixona, passam a viver juntos e edificam um lar sólido.
 
Certo dia, porém, esse jovem (que a esta altura já não é mais tão jovem) vem a falecer.
 
O que é mais justo? Que tudo que está em nome dele: casa, carro, móveis, objetos em geral, tudo, enfim, fique para o seu companheiro que o ajudou a construir, ou que fique para a família que um dia o expulsou? O que é mais justo?
 
E você leitor, cristão ou não, o que acha?
 
           
Infelizmente o que acontece, mesmo em famílias cristãs, é que a família aparece e se apossa de tudo, e o companheiro muitas vezes é até vetado de ir ao funeral.
 
Não, eu não tenho nojo de ver homens se beijando; eu tenho nojo de ver cristãos praticando a injustiça e achando que tem o aval de Cristo para fazerem isto.
 
Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo algum entrareis no reino dos céus (Mateus 5.20)
 
   
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