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Karl Heinrich Ulrich's



Karl Heinrich Ulrich's é considerado o primeiro militante gay, um pioneiro do movimento homossexual. Esquecido durante muitos anos, atualmente transformou-se numa figura de culto na Europa, ruas foram batizadas com o seu nome, o seu aniversário é celebrado anualmente com festas de rua e leituras de poesia, seu túmulo foi restaurado, um selo foi lançado em sua homenagem e ativistas dos direitos dos homossexuais reconhecem a sua dívida a Ulrich’s.

Ulrichs nasceu em Aurich, em 1825, na Alemanha e morreu em Áquila, na Itália. Na sua juventude gostava de vestir roupa feminina, preferia brincar com meninas e desejava ser mulher. A sua primeira experiência homossexual ocorreu quando tinha 14 anos, com o seu instrutor de equitação. Formou-se em direito e estudou teologia e história. Trabalhou como advogado oficial e foi demitido quando a sua homossexualidade se tornou óbvia.

Tomou a difícil decisão de contar à sua família e aos amigos que era, nas suas próprias palavras, um uraniano (‘uranismo’, termo criado por ele para designar homossexualidade), e começou a escrever sob o pseudônimo de ‘Numa Numantius’ para proteger os familiares. Nos seus primeiros ensaios, cunhou novos termos para descrever diferentes orientações sexuais: uraniano para um homem que deseja outros homens, e dioning para um homem que se sente atraído por mulheres. Termos referentes ao ‘Banquete de Platão’ em que estes dois tipos de amor são discutidos, simbolizados por uma Afrodite que nasceu homem (Urano), e uma Afrodite que nasceu mulher (Dione). Ulirch’s também cunhou palavras para os bissexuais e interssexuais.

Rapidamente abandonou o pseudônimo e passou a publicar com o seu nome verdadeiro e foi o primeiro advogado a defender um cliente acusado de delito sexual. Tornou-se o primeiro homossexual declarado a falar publicamente em defesa da homossexualidade quando solicitou ao Congresso de Juristas Alemães que apoiassem a eliminação das leis discriminando homossexuais. Foi vaiado.

Como jornalista escreveu os dois primeiros livros sobre a causa gay: "Vindex" (Defensor) e "Inclusa" (Inclusive). Suas obras foram banidas pela polícia de Berlim e ele foi preso por razões políticas, quando solto, fixou residência em Nápoles e mais tarde em L’Aquila e continuou a escrever e a publicar as suas obras em alemão e latim.

Karl Heinrich Ulrichs foi a primeira pessoa na história moderna a encorajar os gays a assumir publicamente sua orientação, a pedir direitos iguais para as mulheres, a sugerir que as famílias aceitem e compreendam seus filhos homossexuais, a exigir que a Igreja deixasse de ser homofóbica.

Já na fase final da sua vida Ulrich’s escreveu: "Até ao dia em que eu morrer olharei para trás com orgulho pela coragem que encontrei para enfrentar cara a cara o espectro que desde tempos imemoriais tem vindo a injetar veneno em mim e nos homens da minha natureza. Muitos foram levados ao suicídio, pois, toda a sua felicidade de viver foi manchada. Na realidade, estou orgulhoso por ter encontrado coragem para desferir o golpe inicial na hidra do desprezo público."

 
   
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