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É uma opção?




 

 

Opção?

Converse com vários homossexuais, bissexuais e lésbicas em várias igrejas e fora delas, e perceberá em todos eles uma linha similar. Todos são enfáticos em afirmar que não optaram por ser homossexuais, mas que são assim naturalmente; desde que passaram a sentir os primeiros impulsos sexuais foram voltados a pessoas do mesmo sexo (ou de ambos). 


        


Os que demonstravam um estilo de vida heterossexual o faziam apenas por medo dos pais ou da sociedade. Afinal, quem escolheria ser algo que desperta o ódio da sociedade em que se vive? Pense bem, há pessoas que são expulsas de suas casas; outras que lutam para manter religião e não “pecar”; perdem famílias, amigos, emprego e etc. em alguns lugares a homossexualidade era fortemente punida com tortura e prisão; em outros com a pena de morte. Todas as tentativas por parte dos próprios homossexuais para se “curarem” também falharam, e as estatísticas de suicídio entre os jovens que não conseguem conviver com sua própria situação é alarmante. Num de seus livros o escritor cristão Philip Yancey nos conta uma situação:

Um homossexual me contou sua história gradualmente, numa sucessão de cartas. Por mais de uma década ele havia buscado uma “cura”para suas tendências sexuais, experimentado cultos carismáticos de cura, grupos cristãos de apoio e tratamento químico. Ele mesmo se submeteu a uma forma de terapia aversiva, em que psicólogos aplicavam choques elétricos em seus órgãos genitais, caso ele reagisse a fotografias eróticas de homens.Nada funcionou. Finalmente ele se entregou a uma vida de promiscuidade com outros homens. Ocasionalmente ainda me escreve. Insiste em que deseja seguir a Deus, mas sente-se sem condições devido à sua maldição pessoal.”1

         

Se fosse uma questão de opção, porque alguém iria escolher isto? Porque um jovem chega ao ponto de destruir a própria vida com uma bala na cabeça se poderia simplesmente adotar um padrão de vida heterossexual? Se você diz que é uma opção será que tem considerado estes fatores?


1 Philip Yancey, Decepcionado com Deus, Editora Mundo Cristão, São Paulo, 1999; Pg 17,18

 
   
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